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Le Croissant

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Por Rodrigo Veloso

Em minha singela opinião, a mais grandiosa realização da milenar civilização francesa é o belo, o saboroso, o estonteante, o inacreditavelmente delicioso… croissant amanteigado!
Este pão, feito delicadamente com uma fina massa folhada e amanteigada em formato de lua crescente (croissante em francês) é sem dúvida um dos grandes símbolos da cultura
francesa e, como todo grande símbolo, circundado de lendas e histórias.

– “Se eles não têm pão, que comam brioches!”
Você provavelmente já ouviu esta frase em suas aulas de história. Ela teria sido dita pela rainha Maria Antonieta em 1789, enquanto o povo francês tomava as ruas de Paris e marchavam irados em direção ao Palácio de Versalhes dando início à Revolução Francesa. Verdadeira ou não, toda história tem um pouco de lenda e toda lenda um pouco de história.

O Brioche é na verdade um primo pobre do Croissant, ambos parecem ter sido introduzido na França na época de Maria Antonieta, rainha francesa mas nascida em Viena na Áustria.
Por esse motivo o croissant – assim como o pain au chocolat, chausson aux pommes, e outras delícias – são conhecidos em francês como “viennoiseries”, ou seja, confeitos vindos de
Viena. Apesar do brioche ser algo menos requintado que o croissant, ainda sim era algo inacessível para o faminto povo francês em plena revolução. Uma grande ironia…

Então quer dizer que este grande símbolo francês é na verdade de origem austríaca? Bem, sim… é o que nos diz essa outra história:
Estamos um século antes da revolução francesa, precisamente em 1683 quando os vienenses resistiam bravamente aos ataques do exército turco. Em uma noite sem luar, decidindo aproveitar da escuridão, os turcos começaram a cavar um túnel sob os muros de Viena. Porém, os padeiros vienenses, que estavam acordados naquela madrugada preparando seus pães, perceberam a movimentação e alarmaram os soldados austríacos, que puderam defender a cidade e, em seguida, vencer o exército turco.
Acontece que, no corre corre da padaria, uma fornada acabou caindo no chão. Após a batalha estes pães disformes foram servidos aos soldados quando um deles percebeu que o formato do pão lembrava a meia lua da bandeira turca! Pronto, estava criado o símbolo da vitória e do heroísmo dos padeiros austríacos, o croissant!

Aí está! Agora você pode impressionar a todos com essas histórias de guerras e revoluções enquanto saboreia tranquilamente um croissant au beurre em uma boulangerie française…

À mon avis, le plus grand accomplissement de la millénaire civilisation française c’est le beau, le savoureux, le vertigineux, l’incroyablement délicieux… croissant au beurre! Cette pâtisserie délicatement préparée avec une fine pâte feuilletée au beurre et en forme de lune croissante est, sans aucun doute, l’un des plus grand symboles de la culture française et, comme tout symbole, entouré de légendes et d’histoire.

– “S’ils n’ont pas de pains, qu’ils mangent de la brioche!
Vous avez probablement entendu cette phrase dans vos cours d’Histoire. Elle aurait été prononcé par Marie Antoinette en 1789, quand le peuple français occupait les rues de Paris et marchaient en colère vers le Palais de Versailles, aux débuts de la Révolution Française. Vrai ou pas, tous les histoires ont un peu de légende, et tous les légendes ont un peu d’histoire.

La Brioche est le cousin pauvre du croissant.

Tous les deux auraient été introduits en France à l’époque de Marie Antoinette qui était une reine française née à Vienne. C’est pourquoi le croissant – ainsi que le pain au chocolat, le chausson aux pommes et d’autres délices françaises – sont appelés “les viennoiseries”, c’est à dire, “les pâtisseries venues de Vienne”. Même si la brioche était moins raffinée, elle était aussi inaccessible que le croissant au peuple français en pleine révolution. Une grande ironie…

Alors le plus grand symbole français est, en effet, autrichien? Ah bah, oui… C’est ce quenous raconte une deuxième légende sur origine du croissant.

Nous sommes un siècle avant la révolution française, plus précisément l’année 1683 quand les viennois résistaient bravement aux attaques des turcs qui assiègaient la ville. Dans une nuit sans lune, le turcs voulaient profiter de l’obscurité pour creuser un tunnel sous les murs de Vienne. Cependant, les boulangers viennois levés avant l’aube pour préparer leur fournée auraient donné l’alarme à l’armée qui a pu défendre la ville et, après, vaincre les turcs.

Cependant, en plein milieux du chaos de la boulangerie, une fournée est tombé par terre. Après la bataille ces pains déformés ont été servis aux soldats. C’était quand l’un de ces soldats a aperçu que le format du pain rappelait la demi lune du drapeau turc!

Ça y est, c’était la création du symbole de la victoire de l’Autriche et un hommage aux héros boulangers, le croissant!

Voilá, maintenant tu peux impressionner tous tes amis en racontant ces histoires de guerres et de révolutions pendant que vous goutiez tranquillement un croissant au beurre dans une
boulangerie française.

Bons estudos!

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